Visualizando categoria: Escolinha

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MGN Entrevista – Tomás Hartmann

O entrevistado de hoje é nosso integrante Tomás Hartmann, Advogado e conselheiro do Grêmio:

MGN- Lembrança de um jogo inesquecível.

Essa para mim é fácil: foi Grêmio 2 x 0 Portuguesa, pois foi meu primeiro jogo no estádio! Sim, tinha 16 anos e, como era do interior, morando há quase 500km de distância, não tinha tido a  oportunidade de vir. Mas que jogo para se iniciar: Grêmio bicampeão brasileiro! Paulo Nunes, o diabo loiro, inaugurou o placar logo cedo, aos 5 minutos do primeiro tempo, dando a impressão de que golearíamos com facilidade. Depois, um jogo tenso até o gol consagrador do contestadíssimo Aílton. Simplesmente inesquecível para minha memória de torcedor. O primeiro jogo, um grande título com toques de muita dramaticidade, assim como é a história do grêmio.

MGN- Porque o MGN? Quais as razões para integrar o Movimento?

O ingresso foi quase um acaso: fui convidado para ir a uma reunião por uma amigo, que tinha recebido um convite para ingressar no movimento, mas estava com vergonha de ir sozinho. Fui sem a pretensão de retornar… Porém, estou há 4 anos no movimento. De cara, senti o clima de gremismo, democracia e diálogo dentro do grupo. Manifestei-me na primeira reunião, e fui ouvido como se integrasse o grupo desde o início. Esse ambiente democrático e a paixão incondicional pelo Grêmio de seus integrantes cativaram-me. Por isso, permaneço até hoje!

MGN- Podes contar um pouco da tua história no Movimento Grêmio Novo?

Ingressei em setembro de 2.009, quando, desde logo, passei a integrar a comissão de futebol do movimento. Passado algum tempo, convidado pelo companheiro Nilton César, fui para a comissão jurídica porque tinha maior afinidade na área. Nessa comissão, tivemos a oportunidade trabalhar, auxiliando o jurídico do Grêmio na gestão Paulo Odone, com a migração dos sócios – mais especificamente na questão de estudar os direitos de cada categoria de associado, de forma a preservá-los quando da mudança para a Arena. Foi muito interessante, pois foi possível fazer um agrupamento das quase infinitas categorias para quatro grandes grupos, o que, entendo, facilitou o estudo da migração e o próprio trabalho do Quadro Social. Acho que, no ponto, o movimento contribuiu muito para o Grêmio, o que é nossa razão de existir.

MGN- Conte sobre o seu trabalho na direção da Escolinha do Grêmio.

Primeiramente, um esclarecimento: a Escolinha do Grêmio tem dois nortes distintos, quais sejam, iniciação e formação. Na parte de iniciação (recreativa, lúdica), funciona como uma escola de futebol paga, ou seja, qualquer menino pode inscrever-se, treinar e jogar – há, exigência, entretanto, por óbvio, de que se vista com o uniforme tricolor para treinos. Há dois treinos semanais e um torneio interno, aos sábados. São seis categorias com crianças de 05 a 16 anos divididas pela idade (dois em dois anos). Na parte de formação (competitiva), a escolinha coordena as duas primeiras categorias de base do Grêmio, a sub-10 e a sub-11. No período em que estive a frente da escolinha, o primeiro trabalho foi redefinir o organograma dos profissionais, estabelecendo funções definidas a cada um deles e readequando alguns quadros. O resultado que tivemos é que, na categoria sub-11, de cinco torneios disputados, vencemos todos. Foram o Campeonato Gaúcho, o torneio de Uruguaiana, uma competição em Córdoba na argentina, o tradicional torneio de Três Coroas e um torneio inaugural na região metropolitana. Tínhamos um grande projeto, que era a remodelagem do CT Cristal, em frente ao Barra Shopping, para exploração inclusive mediante a colocação de alguns campos de grama sintética, mas, em razão de o Grêmio estar, com razão, priorizando a transição para arena (aumento do CT de Eldorado, construção do centro de treinamentos, área administrativa na Arena) não havia verba para tanto – também não conseguimos patrocinadores interessados no investimento, que é alto (embora a área seja nobre, ainda mais agora com o Shopping Barra e com o pier do Catamarã). De resto, buscamos a máxima profissionalização da Escolinha, em todos os setores, que é o que o MGN idealiza também para o Grêmio, como um todo.

MGN- Podes falar um pouco sobre a experiência de integrar a Comissão para Assuntos Legais e Estatutários do Conselho Deliberativo?

A comissão é importantíssima, pois analisa, previamente, as condições de procedibilidade de todas as propostas de alteração estatutária. Desde que ingressei na comissão, analisamos temas importantes como, por exemplo, a redução da cláusula de barreira (finalmente aprovada pelo CD). Outro assunto de destaque que analisamos foi o denominado “caso Guerreiro”, em que a comissão, por unanimidade, entendeu pela reabertura do processo, o que, contudo, democraticamente, não foi acatado no plenário do Conselho Deliberativo. Atuei, no caso, como revisor do parecer, relatado pelo colega de comissão Leandro Vidal. É uma honra e uma responsabilidade enorme fazer parte dessa comissão tão vital aos interesses do clube.

MGN- Qual a sua expectativa para 2013, um ano com competições importantes incluindo a Libertadores?

Minha expectativa é das melhores, pois, apesar desse início difícil e um tanto irregular na Libertadores, tenho convicção que o Grêmio passará de fase. A partir disso, entendo que o elenco e o time devem incorpar. Teremos mais opções qualificadas com as prováveis inscrições do Fábio Aurélio e do menino Guilherme Biteco – ambos seriam, por exemplo, ótimas alternativas para suprir o desfalque do Elano no último jogo. Entendo que o Grêmio carece, ainda, de um zagueiro, seja para grupo, seja para disputar vaga de titular. Bressan é um menino com futuro, tem qualidade e potencial, mas é normal que se afobe um pouco entrando em fogueiras como a de quarta-feira. Entendo que o Grêmio, nesse ano, tem todas as condições de buscar o tão almejado grande título, e, aqui, quero enaltecer o grande trabalho da direção anterior que deixou o clube saneado e uma bela base de time que, com os reforços contratados, nos permite sonhar concretamente!

MGN- Uma mensagem final para o associado tricolor

Acredite na Arena e seja feliz! A Arena é nossa, é o nosso estádio, a nossa casa, o nosso (novo) templo do futebol. Abraçe-a e, quando tiver que criticar alguma falha, faça-o propositivamente, com intuito de melhorá-la e não de denegrir sua imagem. Ademais não acredite em tudo que se ouve e lê na mídia, pois às vezes, as informações são divulgadas pela metade, somente a parte que dá audiência, ou são apenas “meias-verdades” – quando não invencionices totais. Por fim, torça e empurre o time, compre produtos oficiais – é uma forma de ajudar o clube -, enfim, viva o clube!

MGN Entrevista – Flávio Ribeiro de Vasconcellos

O entrevistado de hoje é nosso integrante Flávio Ribeiro de Vasconcellos, conselheiro do Grêmio FBPA, membro da Comissão Eleitoral do Conselho Deliberativo, e um dos diretores da Escolinha de Futebol na gestão 2011/2012:

MGN- Lembrança de um jogo inesquecível.

Na realidade foram dois jogos inesquecíveis. O primeiro Gremio 0×1 Ponte Preta. Estávamos eu, meu pai e meu irmão, e assistimos ao jogo sentados nas arquibancadas das cadeiras cativas, haja vista que, não conseguimos ter acesso aos nossos assentos, pois havia cerca de 97 mil pessoas. Foi um jogo emblemático, e apesar da derrota, nos classificamos para a grande final. O outro, sem dúvida alguma, foi àquela noite de Julho/1983, quando o GFPA sagrou-se campeão da América pela primeira vez. Eu tinha  15 anos de idade,  assisti ao jogo das sociais, quando o César fez o gol de cabeça, que nos deu o título continental. Foi um jogo muito tenso, numa noite muito fria e úmida, mas que estava com uma energia altamente positiva, e não tinha como deixarmos escapar o título.

MGN- Porque o MGN? Quais as razões para integrar o Movimento?

Eram os idos de 2004, assistia àquela campanha horrorosa de nosso imortal no Brasileiro, onde fatalmente cairíamos. Em 2005, enquanto levava meus dois filhos (na época com 6 10 anos) ao Olímpico, via jogos muito ruins e desanimadores, e pensava: sou associado desde criança – 1977 – como será que posso ajudar o meu clube, além de só pagar a mensalidade. Foi quando surgiu o MGN, conhecido por mim através das panfletagens que eram feitas nas sociais. Fui a uma reunião de novos, onde estavam presentes uns 7 ou 8 integrantes do MGN, dentre os quais, um Diretor do QS (Sérgio Bombassaro) e um Vice-Presidente (Jorge Bastos), onde passaram aos associados comuns como eu, mais os amigos Luciano Brasil e o Maneca, a real e calamitosa situação do clube.  Ante a transparência e a forma amplamente democrática como fui recebido, resolvi entrar no MGN e tentar ajudar o clube.

MGN- Podes contar um pouco da tua história no Movimento Grêmio Novo?

Inicialmente, procurei ajudar o Presidente da época, o Rodrigo Karan, na Comissão de Eventos, ajudando na organização de eventos do MGN, como festas, panfletagens, ações sociais e etc. No segundo ano, passei a integrar a Comissão Jurídica (minha área) onde fui responsável por auxiliar na elaboração de várias proposições e projetos que o MGN apresentava no CD. Dentre estes, destaco a proposta de redução da claúsula de barreira, (apresentada pelo MGN por três vezes),  o de Conselheiro Jubilado (ainda não deliberado no CD) , o Regimento Eleitoral, e a proposta de levar votação da A.G.Sócios  para o interior do Estado, em cidades pólos. Em 2007 tornei-me Conselheiro do clube, e passei a me inteirar ainda mais dos problemas do clube, a fim de lançar proposições. Sinto muito orgulho de ter faltado apenas a duas sessões do CD, sendo uma Sessão Solene de Aniversário (por questão profissional) e outra sessão de apresentação de balancete (por estar com meu filho de 2 anos a época, baixado em Hospital). Da mesma forma, fui em todas as sessões que debateram e aprovaram o projeto Arena (foram umas 15) , bem como, um dos 81 Conselheiros que se dignificaram a comparecer na ante-sala da Presidência (por três tardes seguidas), para conhecer bem o Projeto Arena, seus contratos, tirando e dirimindo todas minhas dúvidas e incertezas, na época com o Cristiano Koeller e o companheiro de MGN, Eduardo Antonini. Após isto, fui Secretário Geral do MGN, trabalhando no auxílio da Diretoria, visando o crescimento e o fortalecimento do MGN junto ao GFPA e seu Conselho.  No começo de 2010, fui convidado pelo Presidente do CD Raul Régis, a integrar a Comissão Eleitoral do clube, a qual integro até esta data.

MGN- Conte sobre o seu trabalho na Direção da Escolinha de Futebol do Grêmio.

Quando entrei no MGN, o meu filho Guilherme, de 7 anos, havia acabado de entrar no Grupo A da escolinha do GFPA, e por lá permaneceu  até os seus 15 anos. Inicialmente, passei a colaborar como voluntário na Escolinha, como Orientador de Equipe nos Grupos B, C e D e Coordenador. Após a eleição do Presidente Paulo Odone na eleição de 2010, fui convidado juntamente com os companheiros Fábio Andretta, Tomás Hartmann e Nílton César Lima, a trabalhar na Escola de Futebol do GFPA, onde fiquei responsável pela parte Administrativa e Técnica. Foram realizadas várias e significativas melhorias, dentre as quais destaco: reformulação de todo o organograma funcional dos colaboradores da Escola, de acordo com o novo Planejamento de Cargos e Salários implementado pelo clube; investimento na qualificação dos funcionários com função de Coordenação e Supervisão; mudança  na forma de disputa do campeonato interno; alto investimento nas seleções Sub-10 e Sub-11, com a participação destas em vários campeonatos – inclusive torneios Internacionais na Argentina e no Uruguai; valorização do Projeto Tricolor (selecionado das Equipes da Escolinha); reforma física dos campos e instalações físicas do vestiário, Wcs e outros.

MGN- Quais os resultados obtidos por nossa Escolinha durante a gestão 2011/2012.

Procurou-se adequar os treinamentos semanais da Área Recreativa, com a mais moderna metodologia técnica das Escolas de Futebol, realizando oficinas de treinamento com 12 a 15 alunos no máximo por  monitor, o que resultou numa performance melhor e mais aprimorada do trabalho empreendido, e consequentemente, uma evolução técnica mais rápida e apurada dos alunos durante já os primeiros meses do trabalho.

Já na Área Competitiva (Seleções e Projeto), procuramos implementar o sistema de treinamento mais aproximado possível do realizado pela base, a partir da equipe Sub-12, a fim de que, os garotos que fossem aproveitados nos selecionados da Base de Eldorado do Sul – promovidos da nossa Seleção Sub-11 – , sentissem o mínimo possível as mudanças do ambiente e principalmente, a forma dos treinamentos.  Destaco ainda, a participação com êxito de nossas seleções em Torneios Internacionais – Argentina em 2011 e Uruguai 2012 – , fazendo com que os jovens atletas e nossa Comissão Técnica, acumulem experiência e vivência do futebol em outros países, o que com certeza, os deixou muito mais “preparados” e “cascudos” , para enfrentar os anos seguintes de Categoria de Base.

MGN- Podes falar um pouco sobre a experiência de integrar a Comissão para Assuntos Eleitorais do Conselho Deliberativo? Qual a importância desta comissão, no momento em que o clube se democratiza com a redução da cláusula de barreira e votação por correspondência?

Foi uma honra poder contribuir de Uma forma tão importante para o clube, nestes três anos, trabalhando nas eleições de 2010 e de 2012. É uma Comissão plural e amplamente qualificada, onde buscamos sempre a valorização do associado, destacando a sua importância na participação da vida do clube. Entendo que, quanto maior for à  democracia do clube, visando a escolha de seus Conselheiros e Dirigentes, menor será a chance de erro. Não é crível que um clube do tamanho do GFPA, tenha decidido seu norte e destino, por meia dúzia de cardeais e/ou, por 300 Conselheiros, apenas. E para isto, mister se faz, uma Comissão Eleitoral forte, isenta e qualificada, como a que trabalhou nestes últimos três anos pelo clube, capitaneada pelo Conselheiro Francisco José Moesch.  Tivemos uma eleição no final de 2012, entre dois dos maiores Presidentes do clube, onde excetuando alguns pequenos excessos, foi feita no mais alto nível e da forma mais democrática possível. A única frustração minha, foi não termos levado a eleição para cidades pólos do interior  de forma física – por falta de estrutura do TRE – e a votação pela Internet .  Mas o fato de termos efetuado a votação por correspondência, já foi um grande avanço, pois democratizou ainda mais o clube, com uma grande participação do associado (6.000 votos pelos Correios) .

MGN- O Grêmio intensificou o processo de profissionalização no clube nos últimos anos. Qual o seu comentário a respeito disso? Estamos ainda longe do cenário considerado ideal?

O clube – seus dirigentes e Conselheiros – tem de atualizar e principalmente, fazer os Conselhos de Administração que se suscedem, cumprir rigorosamente os ditames do Planejamento Estratégico proposto, mantendo os Executivos remunerados que tenham atingido as metas propostas, independente da gestão que entra ou que sai. A manutenção destes profissionais, como por exemplo a Colaboradora Márcia Bortolon no QS e Christina Muniz no Planejamento, por vários anos, garante uma melhor continuidade da gestão administrativa. No entanto, acho que o GFPA precisa dar urgentemente, um choque de gestão na esfera financeira, que a meu ver, ainda é muito precária e desorganizada.  Nas demais áreas – Futebol, QS, Jurídica, MKT e Base – temos não só que manter, mas principalmente, ampliar o trabalho profissional – cobrando as metas traçadas pelo CA, sempre em consonância com o Planejamento Estratégico traçado e aprovado pelo CD visando os próximos 10 anos do clube.

MGN- Qual sua expectativa para 2013, onde o Grêmio lutará pelo terceiro título da Libertadores, empurrado pela força de uma apaixonada torcida com a Arena lotada?

Espero que a gestão do Presidente Fábio Koff, consiga inicialmente, resolver esta questão da Gestão Financeira do clube, com a inteira profissionalização dessa área, com o auxílio direto do CA eleito (que possui pessoas qualificadas e preparadas para este fim) e aproveite bem os novos recursos advindos de receitas da Arena. Já com nossa atividade FIM – o Futebol – que o nosso Presidente consiga cumprir suas promessas de campanha – manutenção da maior parte do elenco com pelo menos cinco contratações pontuais (atacante de velocidade, Zagueiro Xerifão, mais um armador de qualidade, e laterais), visando a formação de um ótimo elenco e um grande time, para que consigamos o TRI da América, com o que, o o GFPA estará recuperando sua característica de clube vencedor e de vanguarda, aqui no RS.

MGN- Uma mensagem final para o associado tricolor

Que o associado continua “fiel e parceiro” do clube, pois só com os recursos do QS e uma ampla utilização da Arena, é que o nosso GFPA vai auferir boas receitas e por  conseguinte, montar boas equipes, para conquistarmos grandes títulos nos cenários nacional e internacional, quiçá, ainda em 2013, no primeiro ano de nossa Gloriosa Arena. Saudações Tricolores, com um ano recheado de títulos para nosso amado Grêmio e para toda nação gremista.

Equipe Sub-11 é campeã em Alegrete

A equipe Sub-11 da Escolinha de Futebol do Grêmio sagrou-se campeã do Torneio Efipan de Primavera. Na final, disputada ontem à tarde em Alegrete, o Grêmio derrotou os argentinos do Velez Sarsfield pelo placar de 1×0. O certame contou ainda com a participação do Internacional, Peñarol, Barcelona de Lujan e do Flamenguinho de Alegrete.

O título corou uma excelente campanha de nossos meninos, que conseguiram cinco vitórias e apenas uma derrota na fase classificatória. Na semifinal, derrotamos o SCI no Gre-Nal por 1xo. Nossa equipe teve ainda o goleador do Torneio e o goleiro menos vazado. Este é o segundo torneio importante conquistado por esta categoria em 2011. Em julho, a equipe conquistou o Torneio Internacional de Córdoba, na Argentina.

Plantel campeão

O Movimento Grêmio Novo parabeniza seus integrantes Fábio Andretta, Flávio Vasconcellos, Tomás Hartmann, Nilton César Lima e Ricardo Vogt, que estão à frente da direção técnica e administrativa da Escolinha de Futebol do Grêmio. Parabenizamos também todos os nossos futuros craques do plantel e a comissão técnica da equipe Sub-11, liderada pelo treinador Cezinha, Coordenador Técnico William e Supervisor Cristovão Salazar.

Comissão Técnica da equipe Sub-11

Saudações tricolores!

Movimento Grêmio Novo

 

Relato da Escolinha do Grêmio – Torneio de Córdoba

As seleções Sub-10 e Sub-11 de nossa Escola de Futebol tiveram um desempenho formidável no Torneio Internacional de Córdoba, Argentina. A começar pelo Goleador da Competição na categoria 2001, nosso atleta FELIPE SIEDEKUN, com cinco gols, além do goleiro menos vazado LUCAS JACOBSEN, com apenas um gol tomado.

Da mesma forma, na equipe 2000 tivemos o atleta  DOUGLAS TONHOLO (Dodô) como goleiro menos vazado, com apenas um gol tomado e o goleador da competição LÉO CHU, com sete gols, sendo dois destes tentos na partida final contra o Belgrano. Na Sub-10, equipe recém formada, com apenas três meses e meio de treinamento, logramos a terceira colocação, com 11 gols marcados e apenas um sofrido. Já na equipe Sub-11, que vem com uma base do ano anterior, foi alcançado o objetivo traçado do título, onde foi apresentado um futebol altamente técnico e ao mesmo tempo, competitivo.

Mas o principal motivo de termos investido na participação de nossas equipes nesta competição internacional, foi dar experiência à meninada, os  quais com toda a certeza, retornarão muito mais amadurecidos e “cascudos” , com a vivência em solo internacional, longe da família e noutro país.  Parabenizamos toda a comissão técnica Sub-10 (DUDÚ, FELIPE, DINAEL e DANIEL), por ter alcançado a terceira colocação dentre 36 equipes, bem como, a Comissão da equipe Sub-11 (CESINHA, CLEBER, ROBERTO e DANIEL) pelo título internacional alcançado num total de 32 participantes.

Agradecemos ainda aos Coordenadores e Supervisores WILLIAN e CRISTÓVÃO, e principalmente aos senhores pais e responsáveis, pela confiança depositada na Escola de Futebol do GRÊMIO FBPA, confiando-nos a vida de seus filhos a nossos cuidados, por mais de uma semana, em solo estrangeiro.  Por fim, voltaremos a nossa Porto Alegre querida de cabeça erguida, e tranquilos pelo fato de toda a delegação ter representado muito bem o nosso GRÊMIO.

Direção da Escola de Futebol do Grêmio.

Imortal Tricolor

A imortalidade gremista, tão propagada entre nossa torcida e lembrada nos momentos gloriosos e também nos mais difíceis, é real, mas não se manifesta apenas em campo. Ela transcende as quatro linhas e ultrapassa fronteiras! Esse é o testemunho de quem, acompanhados dos Conselheiros Fábio Andretta e Flávio Vasconcellos, companheiros da Direção da Escola de Futebol do Grêmio, acompanha as seleções Sub-10 e Sub-11, as primeiras categorias competitivas do tricolor e formadoras dos futuros craques, em torneio em Córdoba, Argentina, a segunda maior cidade do país.

É comovente e gratificante para nós, mais como torcedores do que como dirigentes, ver como um uniforme de viagem, uma camisa, uma bandeira ou uma simples toalha enrolada ao corpo, desde que identificada com as cores e símbolo do tricolor, faz com as que pessoas os saúdem, que os organizadores da competição te tratem como OS MELHORES, que crianças digam ser torcedores do Grêmio, que pais solicitem fotos para os filhos gremistas. Exemplos, em dois dias, temos aos montes: na alfândega, os guardas solicitaram fotos com parte da delegação (isso às duas da madrugada), fomos os únicos dirigentes das equipes participantes a ser recebidos pelo presidente do clube organizador, o Talleres, hoje na terceira divisão, mas campeão da Copa Conmebol em 1999, estamos no melhor alojamento, uma guarnição militar com segurança 24 horas, tivemos atendidas solicitações de disponibilização de ônibus para traslado entre o local dos jogos e o alojamento, visto que nosso ônibus é excessivamente grande e o deslocamento é mais complicado.

Além disso, a todo momento somos solicitados para fotos com crianças e adultos. Outros dizem que somos os mais argentinos dos brasileiros, demonstrando conhecimento de nosso estilo de jogar e de torcer.  Enfim, talvez não tenhamos noção exata do nossa grandeza e imortalidade e, para os marqueteiros, do nosso potencial em outros países. Nos adoram e, para finalizar, aqui em Córdoba são extremamente hospitaleiros e gentis, contrariando a impressão popular sobre os hermanos.

Tomás Hartmann

Conselheiro e Diretor da Escola de Futebol do Grêmio

Abertura da temporada 2011 da Escolinha do Grêmio

Na tarde do sábado, 19/03, ocorreu a cerimônia de abertura dos trabalhos da Escolinha de Futebol do Grêmio. No evento, ocorreu a tradicional apresentação dos atletas de todas as categorias da Escolinha para um público na arquibancada de aproximadamente 1500 pessoas, entre pais, familiares, diretores de escola, sócios e torcedores do Grêmio.

A cerimônia começou com a execução dos hinos pela Banda do Exército. Logo após, o mestre de cerimônias, Flávio Vasconcellos , conselheiro do clube e integrante do MGN, falou da história da Escolinha e sua trajetória até os dias de hoje. Falou também sobre o papel que desempenha junto aos jovens atletas e a sociedade. Finalizando a apresentação, explicou os projetos e os desafios que a nova gestão enfrentará para o biênio 2011-2012. Após, ocorreu o discurso do Diretor Geral de Escolinha, Fábio Andretta (integrante do MGN), seguido pelo presidente do Grêmio, Paulo Odone.

Também estiveram presentes no evento o gerente executivo de marketing, Paulo César Verardi, o presidente do Conselho Deliberativo Raul Régis de Freitas Lima, diretores, conselheiros e profissionais do Grêmio, além de todos os colaboradores da Escolinha, representados pelos diretores, Leandro Vidal Nogueira e Tomás Hartmann.

No final da cerimônia, ocorreu a premiação do atleta nota 10. Um programa destinado ao acompanhamento permanente do desempenho escolar de cada atleta que participa da Escolinha, com o objetivo de criar motivação e incentivo aos estudos. Para concorrer à premiação o atleta tem que ser devidamente matriculado (pré-requisito para participar do time também), além de ter notas iguais ou superiores a oito (notas AZUIS). Esta é uma maneira de formar uma conscientização maior com relação à disciplina e ao senso de responsabilidade. Foram premiados quase 100 meninos.

Após a cerimônia, ocorreu um coquetel de confraternização no Galpão do CTG Tricolor dos Pampas. Estiveram presentes diretores, funcionários, conselheiros, sócios e familiares.

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